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Influência na retenção de coroas cimentadas sobre implantes com e sem orifício ao parafuso

Mirella Aguiar de Freitas
Paulo Vicente Rocha

Resumo
Introdução: na Implantodontia, o mecanismo de retenção da restauração ao intermediário pode ser cimentado ou parafusado. Os cimentados apresentam difícil reversibilidade, entretanto, o uso de um orifício de acesso ao parafuso permitiria tal reversibilidade, aliando o baixo custo dos componentes à reversibilidade das próteses aparafusadas. Objetivo: o objetivo desse trabalho é avaliar a resistência à tração de próteses sobre implantes cimentadas, possuindo ou não acesso ao parafuso do intermediário. Métodos: foram confeccionados 16 corpos de prova (análogos de implantes regulares, intermediários "Tiprep" (Bionnovation, São Paulo/SP) e 16 coroas totais metálicas, sendo que 8 eram coroas convencionais para controle (G1) e outras 8 coroas foram construídas com um orifício de acesso ao parafuso, transpassando o metal, sendo o grupo experimental (G2). As coroas foram cimentadas com RelyX U100 (3M ESPE) e os espécimes do G2 tiveram a abertura de acesso ao canal restaurado com resina composta fotopolimerizável Filtek Supreme XT (3M ESPE). Os espécimes foram submetidos a teste de tração em máquina de ensaio universal 24 horas após a cimentação. Resultados: o G1 apresentou média de 191,075N; o G2 161,280N. Aplicado o teste não-paramétrico de Kolmogorov-Smirnov, a variável dependente seguiu a distribuição normal (p=0,923) e, com o teste t de Student, verificou-se não existir diferença estatisticamente significativa (p=0,353) entre os grupos. Foi considerado o nível de significância de 5%, p=0,05. Conclusões: com base nas análises, pode-se afirmar que o orifício de acesso ao parafuso não compromete ou diminui a retenção das coroas.

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